segunda-feira, 13 de junho de 2016

Enfermagem se reúne com líder do governo para pautar as 30h

9/06/2016


PL já foi aprovado em todas as comissões e aguarda votação na Câmara dos Deputados

A vice-presidente do Cofen Irene Ferreira se reuniu nesta quinta-feira (9/6) com o deputado André Moura (PSC -SE), líder do governo, para pautar, juntamente com as entidades dos Fórum Nacional pela Valorização da Enfermagem – 30h Já, o Projeto de Lei que regulamenta a jornada dos profissionais de Enfermagem.  A reunião contou com a participação da deputada Carmem Zanotto (PPS – SC) e do senador Eduardo Amorim (PSC -SE).
André Moura reafirmou seu apoio às 30h, mas avalia que o momento de crise e déficit fiscal exige um delicado entendimento com a nova equipe econômica. “O governo tem apenas 23 dias. Não teremos uma posição nos próximos dias, mas minha posição de líder facilita o diálogo com o governo e a busca de entendimento com a nova equipe econômica”, afirmou o deputado.
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Cofen integra fórum de entidades da Enfermagem que apoia a regulamentação da jornada
“Longas jornadas estão associadas a um aumento de ocorrências adversas na área de Saúde”, ressaltou a vice-presidente do Cofen. O Fórum Nacional apresentou dados atualizados sobre o impacto econômico do PL 30h. A jornada predominante na Enfermagem já é de 36h, e não mais 40-44h, o que reduzia o impacto orçamentário da regulamentação da jornada. A geração de empregos e redução de afastamento funcional pelo INSS contribuiriam para mitigar o impacto.
O PL 30h já foi aprovado em todas as comissões e aguarda votação na Câmara dos Deputados, onde as entidades da Enfermagem atuam para sensibilizar os congressistas. A regulamentação da jornada de trabalho da Enfermagem tem forte apoio da população. Em 2015, o tema liderou o contato dos cidadãos por meio da Central de Comunicação Interativa responsável pelo Disque-Câmara (0800 619 619) e pelo Fale Conosco do Portal (faleconosco.camara.leg.br).
Fonte: Portal Cofen

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Senado defende exigência de curso de Enfermagem para instrumentador cirúrgico

7/05/2016

Substitutivo que regulamenta profissão como especialização para técnicos em Enfermagem foi aprovado por unanimidade no CAE



Substitutivo do senador Benedito deLira tem apoio total da Enfermagem
Substitutivo do senador Benedito Lira tem apoio total da Enfermagem
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou hoje (17/5), por unanimidade, o PLC 75/2014, nos termos do substitutivo proposto pelo senador Bendito de Lira (PP – AL). O substitutivo regulamenta a exercício da profissão de instrumentador cirúrgico como privativo de técnicos de Enfermagem que concluam curso específico na área. Também poderão atuar aqueles que já estiverem na profissão há pelo menos dois anos, a partir da vigência da lei.
O Conselho Federal de Enfermagem esteve presente na votação, apoiando o projeto, juntamente com as entidades da do Fórum Nacional pela Valorização da Enfermagem. “Entendemos que a formação técnica em Enfermagem é essencial para a capacitação dos instrumentares e para a segurança do paciente”, afirmou o conselheiro federal Luciano Silva.
O projeto irá agora a votação no Senado. Conselheiro regional do Coren-DF e integrante da Comissão Nacional de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem (Conaten/Cofen) Adriano ressaltou a importância da mobilização da categoria para garantir o respeito às prerrogativas profissionais da Enfermagem. O projeto original previa apenas a realização de curso livre, sem exigência de formação prévia em Saúde.
Em audiências públicas, entidades da área de Saúde, incluindo o Cofen e o Conselho Federal de Medicina (CFM), se posicionaram a favor da exigência de formação em Enfermagem para a instrumentação cirúrgica, atribuição presente na lei do exercício profissional.
Fonte: Portal Cofen

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Programação da Semana de Enfermagem do Caism/ Unicamp




77 Semana Brasileira de Enfermagem: Programação UNICAMP



Evento Científico Cultural 
Auditório V da Faculdade de Ciências Médicas / Unicamp

08h00

Credenciamento e Coffee de abertura

08h30
Apresentação  Cultural “À Luz”
09h00
 Sessão de Abertura
09h30 
Sessão de Homenagens
Vídeo: Trajetória da Enfermagem nos 50 anos da Unicamp
Prêmio Ryoko – Hospital de Clínicas 45 anos, ABEn 90 anos, Unicamp 50 anos, Caism 30 anos, Gastrocentro 25 anos, Estomaterapia Unicamp 10 anos, CECOM 30 anos, COTIL 49 anos, COTUCA 49 anos, Faculdade de Enfermagem da Unicamp 4 anos
10h30 
Conferência “ABEn 90 anos: construção histórica e política da  Enfermagem”
Profa. Dra. Ângela Maria Alvarez (Presidente ABEn Nacional) 
11h30
Visita aos pôsteres
12h00
Almoço 
14h00
Palestra “Enfermagem nos caminhos da qualidade”
Profa. Dra. Maria Manoela F. Ferreira (ES Enfermagem de Coimbra/Portugal)
15h00
Mesa-redonda “Caminhos para melhorias e inovações”
“Mudança de paradigma: economia sem prejuízo da assistência”
Enfa. Dra Kátia Melissa Padilha (CAISM/Unicamp)
“Interface administração-usuários no uso racional dos recursos”
Vera Médice Nishide (HC/Unicamp)
“Lean Healthcare nos caminhos da enfermagem”
Enfa. Ms. Gabriela Salim Spagnol (FCM/Unicamp)
16h30
Pré-Lançamento do livro - Profa. Dra. Kátia Stancato
17h00
Encerramento



I Caminhada da Faculdade de Enfermagem da UNICAMP: 15 de maio


quarta-feira, 20 de abril de 2016

CNTS vai avaliar proposta de exame de suficiência para enfermagem

A CNTS vai discutir, na reunião de maio, o Projeto de Lei 4.930/16 prevê que profissionais de enfermagem sejam obrigados a realizar exame de suficiência para obterem o registro profissional. O projeto, que é de iniciativa do Conselho Federal de Enfermagem – Cofen e foi apresentado pelo deputado Lúcio Vieira (PMDB-BA), estabelece aprovação em exame como requisito obrigatório para o exercício da enfermagem, alterando a Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício profissional.
Segundo o deputado Lúcio Vieira, a medida contribui para a melhoria da assistência e a valorização da profissão, evitando erros causados por deficiências de formação. “A enfermagem lida diretamente com a vida humana. Entre o profissional e o paciente, não há intermediários”, afirmou o deputado. O projeto aguarda despacho do presidente da Câmara para que as comissões da Casa deem prosseguimento ao debate.
A enfermagem responde por mais da metade dos recursos humanos do Sistema Único de Saúde. São cerca de dois milhões de profissionais em atuação no Brasil, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Segundo o diretor de assuntos trabalhistas e jurídicos da CNTS, Joaquim José da Silva Filho, a Confederação incluirá este assunto na pauta da próxima reunião de diretoria, que acontecerá no mês de maio, em Fortaleza, para manifestar um posicionamento em relação ao projeto de lei.
Para o presidente do Cofen, Manoel Neri, “a medida visa melhorar a qualidade da assistência de enfermagem prestada à população brasileira, combatendo o ensino de má qualidade”, disse.
Ensino a distância – Devido a proliferação desordenada de cursos a distância de qualidade duvidosa na área da enfermagem, que segundo dados do Censo da Educação Superior são 58.650 vagas em 938 polos, mais de 90% ociosas, o Conselho viu a necessidade de avaliar a qualidade profissional dos recém-formados através do exame.
A CNTS denunciou a má qualidade dos cursos à distância ereivindicou aos órgãos públicos a instauração de procedimentos administrativos e judiciais no sentido de proteger os interesses sociais e o cancelamento de autorização ou reconhecimento de cursos por meio do modelo EaD. A Confederação apontou a “preocupação em razão das especificidades que redundam a área da saúde, não sendo possível a formação de profissionais por meio inadequados para tanto, até porque a atividade do cuidar ultrapassa as necessidades do capitalismo e a vida consiste no maior bem da humanidade, devendo ser preservada a todo custo”.
A CNTS cobrou a fiscalização e acompanhamento mais rigoroso nas instituições formadoras, sob a justificativa de que “no ensino em saúde, por se tratar de ciências humanas, a teoria não pode ser dissociada da prática, sobretudo na área da enfermagem”, afirmou o diretor de Assuntos Legislativos da CNTS, Mário Jorge Santos Filho.
FONTE: CNTS

Hospitais devem garantir repouso da enfermagem

Às vésperas das comemorações da semana da enfermagem, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 597/2015, que dispõe sobre condições de repouso dos profissionais de enfermagem durante o horário de trabalho. O texto em discussão estabelece que as instituições de saúde, públicas e privadas, devem ofertar locais de repouso com mobiliário adequado, conforto térmico e acústico e instalações sanitárias, além de ter área útil compatível com a quantidade de profissionais diariamente em serviço. O projeto foi encaminhado à Câmara dos Deputados para ser apreciado, onde será votado com PL 4.998/2016.
Para o secretário-geral da CNTS e coordenador do Fórum Nacional da Enfermagem, Valdirlei Castagna, a aprovação de uma lei que regulamenta um local de descanso para a enfermagem será uma ferramenta importante para os trabalhadores e para as entidades representativas dos profissionais, que poderão cobrar com mais segurança uma solução por parte das empresas. “O tempo de intervalo intrajornada, e por consequência o descanso adequado, tem justamente o objetivo de dar aos trabalhadores condições para que ele possa desenvolver toda sua jornada de trabalho de forma segura e produtiva”.
Ainda segundo o secretário, os profissionais precisam cobrar mais os seus direitos para não parar por aqui. “Só a edição de uma lei não é o suficiente para assegurar esse direito. Entendo que é preciso que os trabalhadores se conscientizem e cobrem mais, e que os representantes das empresas tenham mais responsabilidade e respeito aos direitos assegurados aos trabalhadores”.
Já a diretora de Assuntos Internacionais da CNTS, Lucimary Santos Pinto, relata que a aprovação da lei é uma questão de dignidade humana. “Nós, profissionais da enfermagem, não somos melhores nem piores de que outra categoria, só queremos ser respeitados. A situação atualmente se configura como desrespeito aos preceitos mais basilares previstos na Constituição, que são os princípios da dignidade humana, visto que hoje milhares de trabalhadores da enfermagem descansam no chão e em local inadequado”.
Pesquisa realizada em todo o Brasil pelo Conselho Federal da Enfermagem - Cofen, em parceria com a Fiocruz, mostrou que no setor público, 52% dos profissionais da enfermagem afirmam não ter lugar para descanso. Já no setor privado 50% não usufruem de um ambiente de descanso. No filantrópico os números são ainda maiores, 62% afirmam não ter lugar para repousar. As conclusões da pesquisa realizada chamam a atenção pela inexistência de locais adequados para repouso.
Segundo o autor do projeto, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), a proposta visa preservar a integridade física dos profissionais de enfermagem e dos pacientes. “A ausência de condições adequadas para o descanso dos enfermeiros, além de prejudicar a saúde desses trabalhadores, coloca em risco o bem estar dos pacientes por eles atendidos”, alega Raupp.
Para a relatora da matéria, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), o projeto vai aprimorar o ambiente de trabalho dos profissionais de saúde e o resultado será uma melhoria da prestação de serviço à população. “É preciso reconhecer que a fadiga do profissional de enfermagem tem o potencial lesivo de causar danos à integridade física e psíquica daqueles que necessitam dos serviços fornecidos pelas instituições de saúde”, afirmou.
Fonte: CNTS