quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Relator da MP680 vai avaliar emenda que trata sobre as 30 horas

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O deputado federal André Moura (PSC-SE) articulou uma reunião entre a presidente da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) e do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), Solange Caetano, e o relator da MP 680, deputado Daniel Vilela (PMDB-GO).

Solange pediu o apoio de Vilela na tratativa da Emenda 44, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB), que trata sobre as 30 horas da Enfermagem dentro da Medida Provisória 680.
Vilela informou que na próxima semana fará uma análise mais criteriosa das emendas e avaliará o que trata da regulamentação da jornada com mais atenção.
Tanto André Moura, quando Daniel Vilela, destacaram que é importante a mobilização dos trabalhadores, pois se a MP for aprovada na Câmara dos Deputados ainda há a possibilidade de derrubada no Senado.
“É o que sempre pedimos aos trabalhadores, que manifestem-se nos seus Estados, cobrem apoio dos parlamentares sempre com embaçamento da importância da categoria ter uma jornada regulamentada em lei”, concluiu Solange Caetano.
Após análise das emendas será agendada uma nova reunião para debater os próximos passos.
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FONTE: Portal FNE

Ministro do Trabalho recebe diretoria da FNE e firma parceria para fiscalização

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A presidente da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Solange Caetano, a vice presidente Shirley Morales, a diretora Milca Rego e o advogado André Caetano, estiveram reunidos com o ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Manoel Dias.

O baixo número de auditores fiscais para atender as mesas de negociações solicitadas pelos Sindicatos tem dificultado as fiscalizações nas instituições de saúde e, com isso, tende a atrasar a regularização de problemas apresentados no âmbito trabalhista.
Solange apresentou o cenário dos enfermeiros que cada vez mais estão adoecidos e sofrendo violência laboral em decorrência da alta demanda. “Os enfermeiros são os profissionais que dão a notícia que não há leitos para atendimento, que estão com a família quando há notícia de morte, são a linha de frente nessa assistência. Com isso, são os primeiros a sofrer a reação de um usuário que não poderá ser atendido e que, no momento de raiva, chega a agressão física”, comentou Solange.
Pontuou-se também o aumento no número de denúncias de assédio moral e, novamente, o afastamento desse trabalhador por problemas físicos e mentais. Casos de suicídio por conta da humilhação abusiva não são raros.
A aplicação inadequada do dimensionamento de pessoal e da Norma Regulamentadora 32 foi mais um item discutido.
Parceria: Solange entregou ao ministro uma proposta de parceria do MTE com a FNE para fiscalização mais efetiva do dimensionamento de pessoal, NR 32 e o combate ao assédio moral.
“O objetivo dessa parceria é criarmos um Grupo de Trabalho para garantir que a segurança e condições adequadas aos enfermeiros”, falou Solange.
Manoel Dias considerou vantajosa a criação do GT e legitimou a parceria por entender que o envolvimento de representantes do MTE e da Federação torna o andamento de alterações legislativas mais consensual.
“Nós temos que resolver. Não há porque ficar discutindo, ouvindo reclamações sem ter propostas. Temos acordo com a constituição desse grupo!”,pontuou Dias.
Para Solange Caetano, “é muito bom firmarmos essa parceria. Agora é trabalhar em conjunto e permitir que nossos milhares de enfermeiros tenham um ambiente de trabalho seguro por meio da NR 32, saudável, sem qualquer tipo de mal que possam prejudica-los. É uma demonstração que alguém também está pensando e valorizando os nossos trabalhadores”, finalizou.
Posteriormente também serão convidados a integrar o grupo representantes do Ministério da Saúde (MS) e da Educação (MEC).
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

CONAENF – Congresso Nacional de Enfermeiros HCFMUSP












ACESSE:
Evento realizado pelo grupo de enfermeiros do complexo do Hospital das Clínicas FMUSP, que acontece a cada dois anos e está em sua 8ª edição.
Coordenadores:
Ana Paula Almeida, Antenor Bispo dos Santos Silva, Carmen Mohamad Rida Saleh, Cristiano Alvarenga, Eliana Porfírio, Jose Gilberto Prates, Mario Roberto da Silva Sevasteli, Regina Márcia Cardoso de Sousa e Sueli Kiyomi Sakumoto
Comissão científica:
Ana Paula Almeida, Carmen Mohamad Rida Saleh, Cristiano Alvarenga, Fatima Gil Ferreira e Regina Marcia Cardoso de Souza

FNE articula reuniões com deputados e senadores para discutir MP 680

Emenda 44 apresentada pelo deputado Manoel Junior favorece 30 horas para a Enfermagem


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A Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), preocupada com a situação dos profissionais que cada vez mais estão vivenciando excessivas sobrecargas de trabalho, agendou para a próxima semana diversas reuniões com os deputados federais e senadores que compõem a Comissão Mista da MP 680 – que institui o Programa de Proteção ao Emprego.
O objetivo das reuniões é articular a aprovação da Emenda 44 apresentada pelo deputado Manoel Junior (PMDB-PB) que fixa “a duração da jornada de trabalho dos profissionais de que trata esta Lei (Lei nº 7.498, de 25/06/1986 – que regulamenta o exercício da enfermagem) será de trinta horas semanais”.
O relator da Comissão Mista, deputado federal Daniel Vilela, receberá a presidente da FNE, Solange Caetano e demais diretores no dia 18 de agosto. Há mais duas agendas já confirmadas com os senadores Dalírio Beber e Humberto Costa.
“Nós não paramos com a luta pela regulamentação da jornada de trabalho em 30 horas semanais para os mais de 2 milhões de profissionais de Enfermagem do Brasil. A Emenda 44 é uma estratégia para avançarmos nessa batalha, tendo em vista que o PL 2.295/00 está parado na Câmara dos Deputados”comentou Solange.
É de extrema importância que os trabalhadores se mobilizem e cobrem dos parlamentares a aprovação dessa Emenda enviando e-mail, ligando para a Câmara dos Deputados (0800 619 619) e para o Senado Federal (0800 61 22 11).
“Somente com a união de todos que poderemos avançar nessa batalha”, finalizou Solange.
Saiba quais são os integrantes da Comissão Mista da MP 680:

Acesse: 


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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Projeto de Lei 2.295/2000, Enfermagem em 30 horas semanais

Hey, profissional da Enfermagem!
Você já ligou ou já enviou e-mail?

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Com 100% de manifestações favoráveis, o Projeto de Lei 2.295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho dos profissionais de Enfermagem em 30 horas semanais, foi o mais pedido na Central de Comunicação Interativa da Câmara dos Deputados no primeiro semestre de 2015.
Por meio do Disque-Câmara (0800 619 619) e Fale Conosco (faleconosco.camara.leg.br), a sociedade se mobilizou em apoio ao Projeto, defendido pelo Cofen - Conselho Federal de Enfermagem e pelas entidades representativas da Enfermagem.
O projeto de lei recebeu pareceres favoráveis em 2009 e, desde então, está pronto para votação no Plenário.

PL 30h lidera pedidos populares na Câmara dos Deputados

12/08/2015


Projeto que regulamenta a jornada de trabalho da Enfermagem foi o mais cobrado pela população no Disque-Câmara no 1º semestre de 2015

Com 100% de manifestações favoráveis, o Projeto de Lei 2.295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho dos profissionais de Enfermagem em 30 horas semanais, foi o mais pedido na Central de Comunicação Interativa da Câmara dos Deputados no primeiro semestre de 2015.
Por meio do Disque-Câmara (0800 619 619) e Fale Conosco (faleconosco.camara.leg.br), a sociedade se mobilizou em apoio ao Projeto, defendido pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e pelas entidades representativas da Enfermagem.
O projeto de lei recebeu pareceres favoráveis em 2009 e, desde então, está pronto para votação no Plenário. A morosidade na votação prejudica os profissionais, com efeitos na Saúde Coletiva. Jornadas longas estão associadas a um aumento significativo dos erros cometidos por profissionais de Saúde.
“As condições de trabalho estão diretamente associadas à qualidade da assistência”, afirma o presidente do Cofen, Manoel Neri. “A luta pela regulamentação da jornada faz parte da nossa atuação em defesa da sociedade”.
Fonte: Ascom Cofen, com informações do Jornal da Câmara dos Deputados

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Os sintomas depressivos nos enfermeiros dos serviços de emergência na rede pública de saúde

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(traduzido) Pesquisadores do Grupo de Estudos Interdisciplinares e Pesquisa em Saúde Mental (GEPISM, Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo) realizaram um estudo sobre os sintomas depressivos em enfermeiros que trabalham nos serviços públicos de emergência em Presidente Prudente, SP, Brasil. Este artigo foi publicado na Acta Paulista de Enfermagem.

Este estudo reforça a evidência de que o trabalho no campo da saúde é um factor determinante para o desenvolvimento de distúrbios psicológicos. Os dados deste estudo foram publicados em 2014, e alertou os profissionais de saúde para o processo saúde-doença desenvolvida no trabalho, especialmente em unidades de emergência. Existem poucos estudos brasileiros nesse campo, eo novo conhecimento trouxe luz sobre o assunto.
Três escalas, que são instrumentos confiáveis ​​amplamente utilizados em todo o mundo para a avaliação de sintomas depressivos, foram usadas para recolher informação. Os dados foram obtidos em entrevistas, pedindo aos profissionais que fatores foram relacionados com os resultados nas escalas. Enfermeiros (23) que trabalharam durante pelo menos 6 meses no serviço participaram do estudo. Eles eram de um hospital público (6), um hospital filantrópico (3), e quatro prompt Unidades de Cuidados Médicos Municipais (14).
Os resultados mostraram que os entrevistados eram mulheres (69,9%), e parte deles mencionou ter outro emprego (52,2%). Suas horas de trabalho foram maiores do que 60 horas por semana (34,8%) e negavam diagnóstico prévio de depressão (15; 65,2%). Usando as escalas, enfermeiros (13; 56,52%) que não relataram diagnóstico prévio de depressão foram diagnosticados com depressão e aqueles que relataram diagnóstico prévio de depressão foram diagnosticados com leve (50%), moderada (25%), ou grave (25%) a depressão. Enfermeiros (15; 39,13%) que negavam história familiar de depressão foram diagnosticados com depressão.
Em relação à percepção sobre estes resultados, os entrevistados (21; 91,30%) em relação a eles as suas experiências no trabalho, com destaque para a sobrecarga de trabalho, carga excessiva de trabalho, o desgaste, a preocupação com o trabalho, a remuneração pobre, desvalorização profissional, falta de reconhecimento e falta de boas condições para o trabalho. A maioria dos enfermeiros afirmaram que o sofrimento como relatado ou detectado não influenciou a assistência fornecida.
Perante esta situação preocupante e à necessidade de evitar o agravamento dos sintomas, todos os entrevistados foram aconselhados a acompanhar o progresso dos sintomas e possivelmente procurar um serviço profissional, além de propor mudanças no seu ambiente de trabalho. No entanto, devido à gravidade da situação, as enfermeiras diagnosticadas com sintomas de depressão moderada e grave foram encaminhados para atendimento em serviços especializados.
Este estudo revela a necessidade de intervir nas condições de trabalho, periodicamente avaliar a saúde dos profissionais, e agir terapeuticamente em presença de alteração, a fim de promover a saúde desses profissionais e prevenir problemas e agravos à devido à prática profissional. Além dos benefícios para os enfermeiros, a melhoria ocorrerá em qualidade dos cuidados que podem fornecer.
Fonte: Acta Paulista de Enfermagem